sábado, 16 de janeiro de 2010

• CONVULSÃO


CRISE CONVULSIVA:
ocorre por causa de uma descarga elétrica cerebral desorganizada que se propaga por toda a regiões do cérebro, levando a uma alteração de toda atividade cerebral .

CAUSAS DAS CRISES CONVULSIVAS :

• EPILEPSIA(doença neurológica crônica e caracterizado por crises convulsivas )
• HIPOGLICEMIA

• OVERDOSE (COCAINA,ANTIDEPRESSIVOS, ANFETAMINAS)

• SÍNDROME DE ABSTINÊCIA ALCÓOLICA

• FEBRE MUITO ALTA

• LESÃO CEREBRAL (TUMOR CEREBRAL)

• A VITIMA DE CRISE CONVULSIVA SEMPRE CAI E SEU CORPO FICA TENSO E RETRAIDO. EM SEGUIDA COMEÇA A DEBATER-SE VIOLENTAMENTE, OS OLHO VIRADOS PARA CIMA, LABIOS E EXTREMIDADES CIANÓTICOS, PODE APRESENTAR SALIVA ESPUMOSA E PERDER O CONTROLE DOS ESFINCTERES ANAL E VESICAL.
• DURAÇÃO – 2 A 4 MINUTOS, APÓS, OS MOVIMENTOS DIMINUI E A VITIMA RECUPERA-SE LENTAMENTE.

O QUE FAZER ?

• PRECAUÇÃO UNIVERSAL
• DEITE A VÍTIMA NO CHÃO, AFASTE TUDO QUE ESTEJA AO SEU REDOR E POSSA MACHUCÁ-LA.
• NÃO IMPEÇA SEUS MOVIMENTOS
• RETIRE PRÓTESE DENTÁRIA, ÓCULOS, COLARES E OUTROS OBJETOS QUE POSSA QUEBRAR E MACHUCAR OU SUFOCAR A VÍTIMA.
• SE POSSIVEL COLOQUE UM PANO OU LENÇO NA BOCA ENTRE OS DENTES PARA EVITAR QUE MORDA A LINGUA.
• NO CASO QUE JÁ TENHA CERRADO OS DENTES NÃO TENTE ABRIR SUA BOCA.

DESAPERTE AS ROUPAS, DEIXANDO-A DEBATER- LIVREMENTE, PROTEGENDO SAI CABEÇA PARA QUE NÃO SE MACHUQUE.
• QUANDO APRESENTAR SALIVAÇÃO MANTENHA SUA CABEÇA LATERALIZADA
• DESOBSTRUA AS VIAS AÉREAS
• NÃO DE NENHUMA BEBIDA, NEM MEDICAÇÃO.
• NÃO DE NADA PARA ELA CHEIRAR
• APÓS A CRISE DEIXE-A REPOUSAR E ENCAMINHE-A AO SERVIÇO MÉDICO

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

• RECURSOS FISIOTERAPÊUTICOS

Recursos Fisioterapêuticos


Cinesioterapia – terapia através dos exercícios terapêuticos, que tem o objetivo de tratar a unidade corpo de uma forma global, ressaltando cada especificidade.

Eletroterapia – terapia que aplica a eletricidade com finalidade terapêutica.

Termoterapia – terapia através de aparelhos e equipamentos que transmitem calor, utilizados nas mais diversas áreas.

Fototerapia – terapia que aplica os raios e luz com finalidade terapêutica.

Mecanoterapia – terapia que utiliza os aparelhos e equipamentos mecânicos, que são utilizados em fortalecimentos musculares, aumento das amplitudes articulares, em trabalhos de marcha e equilíbrio, dentre outras funções.

Massoterapia – terapia através de técnicas manuais e de manipulação de tecido e músculo resultando nos mais diversos efeitos fisiológicos e terapêuticos.

Crioterapia – técnica que aplica o gelo com finalidade terapêutica.

Hidroterapia – terapia através da água, utilizando métodos e técnicas no meio aquático com finalidade terapêutica.

A fisioterapia e os níveis de atenção à saúde

1 - Nível primário: prevenção
• Promoção de saúde
• Proteção específica

2 - Nível secundário: curativo
• Detecção precoce das doenças
• Prevenção de incapacidades e intervenção precoce.

3. Nível terciário: reabilitação
• Reabilitação

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

• SISTEMA SENSORIAL


O sistema sensorial recebe estímulos que são transmitidos ao encéfalo, onde são interpretados e transformados em sensações. De acordo com os estímulos que respondem, os receptores sensoriais podem ser classificados em:


• Mecanorreceptores: - respondem a estímulos mecânicos, especialmente pressão.

• Termorreceptores - respondem à variação de temperatura.

• Quimiorreceptores – transmitem informações sobre substâncias químicas dissolvidas no meio. • Fotorreceptores – detectam luz

• Receptores de dor Na pele humana existem mecanorreceptores, termorreceptores e receptores de dor. Em geral, eles adquirem todos os estímulos que proporcionam a sensação conhecida por tato.


Os quimiorreceptores estão relacionados principalmente com o paladar e o olfato. Os quimiorreceptores relacionados com o paladar situam-se na língua. São chamadas de papilas gustativas que nos permite distinguir quatro sabores importantes: doce, salgado, amargo e azedo. Os quimiorreceptores relacionados com o olfato situam-se no teto epitélio olfatório. As substâncias químicas necessitam estar dissolvidas no ar que entra pelas cavidades nasais para que possam impressionar esses quimiorreceptores. Nos vertebrados, os fotorreceptores localizam-se nos olhos. O olho é um órgão globoso delimitado por três camadas: esclera, coróide e retina. As células fotorreceptoras, localizam-se na última camada. Elas recebem os estímulos luminosos e os encaminham a uma região, parte o nervo óptico, que leva os estímulos ao cérebro onde são decodificados e transformados em sensações. As células fotorreceptoras são:


• Cones: proporcionam a percepção de cores, mas essa função é prejudicada à noite ou em baixa luminosidade.


• Bastonetes: muito sensíveis à luz, permitem a visão mesmo com baixa luminosidade. A recepção dos estímulos sonoros é feita pelas orelhas (ouvidos), que nos mamíferos são consideradas em três regiões: orelha externa, orelha média e orelha interna.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

• MEMBROS PELVICOS E TORÁCICOS


MEMBROS TORÁCICOS :


- Ossos :


Escapula, clavícula, úmero, ulna, rádio e esqueleto da mão (carpo, metacarpo e falanges).


- Principais Músculos:


M. deltóide, M. supra-espinhal, M. infraespinhal, M. redondo maior, M. redondo menor, M.subescapular, M. bíceps braquial, M. braquial, M. tríceps braquial, M. braquiorradial, M. supinador.


- Articulações:


Articulação esternoclavicular, Articulação do ombro, articulação do cotovelo, articulação radiocárpica, fossa cubital


- NERVOS:


A inervação é feita pelo Plexo Braquial. Principais nervos: Nervo radial, nervo axilar, nervo musculocutâneo, nervo mediano e nervo ulnar.


- VEIAS:

Veia cefálica Veia basílica Veia intermédia do antebraço Veias braquiais Veia axilar Veia subclávia



- ARTÉRIAS :


Artéria subclávia, Artéria axilar, Artéria braquial, Artéria radial e Artéria ulnar.



MEMBOS PÉLVICOS:



- Ossos:


Ossos do quadril (íleo, ísquio e púbis), sacro, sínfise púbica, fêmur, tíbia, fíbula, patela e esqueleto do pé ( ossos do tarso, metatarso e falanges).


- Principais músculos:


M. glúteo máximo, M. tensor da fáscia lata, M. glúteo médio, M. glúteo mínimo, M. piriforme, M. obturador interno, M. gêmeo superior, M. gêmeo inferior, M.quadrado do fêmur, M. ilíaco, M. psoas maior. M. psoas menor, M. sartório, M. quadríceps da coxa, M. reto da coxa, M. vasto lateral, M. vasto intermédio, M. vasto medial, M. adutor longo, M. adutor curto, M. obturador externo, M. bíceps do fêmur M. tibial anterior e M. extenso longo dos dedos.


- Articulações:


Articulação sacroilíaca, sínfise púbica, articulação do quadril, articulação do joelho e articulação do tornozelo.


- NERVOS:


Plexo lombo-sacro: Nervo cutâneo lateral da coxa, Nervo femoral, Nervo obturatório, Nervo genitofemoral, Nervos ilio-hipogástrico e ilioinguinal, Nervo glúteo superior, Nervo glúteo inferior, Nervo cutâneo posterior da coxa, Nervo isquiático, Nervo pudendo.


- VEIAS:


Arco venoso dorsal do pé, Veia safena magna, Veia safena parva, Veia femoral e Veia poplítea.


- ARTÉRIAS:


Artéria femoral, Artéria profunda da coxa, Artéria obturatória, Artéria poplítea, Artéria tibial posterior, Artéria fibular, Artéria tibial anterior e Artéria sural.


quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

• SISTEMA ARTICULAR E MUSCULAR

MUSCULO RETO DO ABDOME


- Sistema Muscular:


- Funções: Movimento ativo, passivo e postura.


Unidade motora: Motoneurônio espinhal, Nervo motor, Junção neuromuscular, Membrana muscular e Músculo estriado.


- Variedade de Músculo:

+ Voluntários – Possuem estriações transversais, os movimentos são executados de acordo com a vontade do indivíduo = esqueléticos


+ Involuntários – Lisos, possuem movimentos regulados pelo sistema nervoso, estes movimentos não dependem da vontade do indivíduo = visceral.


- Constituição:


+ Músculos Esqueléticos – Porção Média – Ventre Muscular – É a parte contrátil, rica em fibras musculares. Extremidades – Tendões (cilindróides) aponeuroses (lamiar).


+ Fáscia Muscular – É uma lamina de tecido conjuntivo que envolve cada músculo (bainha elástica). Tem como principais funções: trabalho de tração e permitir o fácil deslizamento dos músculos entre si. Os septos intermusculares são prolongamentos da parte espessada da fáscia que irão se fixar no osso.



+ Origem e Inserção – Origem é a extremidade do músculo presa a peça óssea que não se desloca e inserção é a extremidade do músculo presa a peca óssea que se desloca.


- Classificação:


+ Quanto à forma do músculo e arranjo de suas fibras:

Paralelas:

Músculos longos possuem um aspecto denominado fusiforme.


Ex.: m. esternocleidomastóideo.

Músculos largos possuem o aspecto de leque. Ex.: m. glúteo máximo.


Obliquas:


Músculos peniformes – Pode ser unipenado se os feixes se prenderem numa só borda do tendão e bipenado se os feixes se prenderem nas duas bordas do tendão.


+ Quanto à origem – Se o músculo se origina de mais de um tendão diz – se que o músculo apresenta mais de uma cabeça de origem. São então classificados como músculos bíceps, tríceps ou quadríceps.

+ Quanto a inserção – Do mesmo modo os músculos podem inserir – se por mais de um tendão. Quando há dois tendões, são bicaudados; três ou mais policaudados.

+ Quanto ao ventre muscular – São digástricos os músculos que apresentam dois ventres e poligásticos os que apresentam número maior. Ex.: m. reto do abdome.


+ Quanto a ação – Depende da ação principal resultante da contração do músculo, podendo ser classificado como: flexor, extensor, adutor, abdutor, rotador medial, rotador lateral, pronador, supinador, flexor plantar, flexor dorsal, entre outros.

- Classificação funcional:

Agonista – Agente principal da execução do movimento.


Antagonista – Agente opositor ao movimento principal.


Sinegistas – Eliminam movimentos indesejáveis.


Fixadores ou Posturais – Estabilizam as partes do corpo a ação principal.


- Sistema Articular:


- Definição: Conexão existente entre qualquer parte rígida do esqueleto quer sejam ossos quer sejam cartilagens.


- Classificação:


Suturas – São encontradas entre os ossos do crânio. Podem ser planas, encontradas nos ossos nasais, escamosas, encontradas entre os ossos temporal e parietal e serradas, encontradas entre os ossos parietais.


Sindesmoses – Tíbio – fíbular apenas.


+ Junturas Fibrosas – Tecido conjuntivo fibroso, mobilidade reduzida.

+ Junturas Sinoviais – Líquido sinovial, cápsula articular e cavidade articular são características da juntura sinovial e é essa associação que ira permitir um livre deslizamento de uma superfície sobre a outra com um mínimo de atrito e desgaste. A cavidade articular é um espaço virtual onde se encontra o liquido sinovial que é produzido pela membrana sinovial. A superfície articular é lisa, polidas e esbranquiçadas. É avascular e não possui inervação portanto sua nutrição principalmente nas áreas mais centrais é precária, o que torna a regeneração mais difícil em caso de lesão.


- Movimentos:

Flexão

– Quando ocorre diminuição do ângulo entre o segmento que se desloca e aquele que permanece fixo.

Extensão – Quando ocorre aumento do ângulo entre o segmento que se desloca e aquele que permanece fixo.


Adução – É o movimento na qual o segmento é deslocado em direção ao plano mediano.


Abdução – É o movimento na qual o segmento é deslocado em direção ao lado oposto do plano mediano, ou seja, afastando – se dele.


Rotação – É o movimento onde o segmento gira em torno de um eixo longitudinal.


Circundação – É o movimento combinatório que inclui: extensão, flexão, adução e abdução.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

• HIDROCEFALIA



A Hidrocefalia, também conhecida vulgarmente como "água na cabeça", é uma condição na qual há líquido cérebro-espinhal (líqüor) em excesso ao redor do cérebro e da medula espinhal. O líquido cérebro-espinhal atua como uma almofada para o cérebro e a medula espinhal, suprindo de nutrientes e eliminando escórias (produtos degradados).
A Hidrocefalia pode estar presente ao nascimento (congênita) ou pode desenvolver depois (adquirida).
· A Hidrocefalia Congênita está presente ao nascimento, embora possa passar desapercebida por anos. Ela se forma quando o cérebro e as estruturas vizinhas se desenvolvem de forma anormal. A causa exata é normalmente desconhecida, mas pode incluir causas genéticas e certas infecções durante a gravidez.
· A Hidrocefalia Adquirida resulta de traumas ou doenças que acontecem durante ou depois do nascimento, incluindo infecções no cérebro e na coluna vertebral (meningites), sangramento de vasos sanguíneos no cérebro, trauma de crânio, ou tumores e cistos cerebrais. A Hidrocefalia pode acontecer mesmo quando não há nenhum trauma ou doença conhecidos para causá-la.
A Hidrocefalia pode ser classificada de acordo com sua causa:
· A Hidrocefalia Obstrutiva (não-comunicante) é causada por um bloqueio no sistema dos ventrículos do cérebro. O bloqueio impede que o líquido cérebro-espinhal flua pelas áreas que cercam o cérebro e a medula espinhal (espaço subaracnóideo), como deve ocorrer regularmente. A obstrução pode estar presente ao nascimento ou pode acontecer depois. Um dos tipos mais comuns é a estenose do aqueduto, que acontece por causa de um estreitamento do aqueduto de Sylvius, um canal que conecta dois dos ventrículos cerebrais (cavidades dentro do cérebro).
· A Hidrocefalia Não-obstrutiva (comunicante) é o resultado de problemas com a produção do líquido cérebro-espinhal ou de sua absorção. Um das causas mais comuns é o sangramento no espaço subaracnóideo. A Hidrocefalia Comunicante pode estar presente ao nascimento ou podem acontecer depois.
Outro tipo de Hidrocefalia, a chamada Hidrocefalia de Pressão Normal é um tipo adquirido de hidrocefalia comunicante no qual os ventrículos estão aumentados, mas não estão sob alta pressão. A hidrocefalia de pressão normal é vista em adultos mais idosos. Pode ser o resultado de trauma ou doença, mas na maioria dos casos a causa é desconhecida.
Crianças prematuras, nascidas antes de 34 semanas, ou pesando menos que 2,5 Kg têm um risco alto dos vasos sanguíneos sangrarem no cérebro. A hemorragia grave pode conduzir à Hidrocefalia Adquirida, comunicante ou não, dependendo do local e da extensão da hemorragia.






Os sintomas mais comuns de Hidrocefalia variam, dependendo da idade de aparecimento.
Em crianças, os sintomas incluem:
· Uma cabeça grande que cresce rapidamente
· Uma dilatação macia e "inchada" em cima da cabeça (fontanela anterior dilatada)
· Irritabilidade
· Ataques epiléticos
· Retardo no desenvolvimento físico e mental
Nas crianças mais velhas e em adultos, os sintomas incluem:
· Dor de cabeça
· Dificuldade para caminhar
· Perda das habilidades físicas
· Mudança de personalidade
· Diminuição da capacidade mental
Em qualquer idade, os sintomas podem incluir:
· Vômitos e
· Letargia

• ARTRITE


A artrite pode afetar as articulações temporomandibulares do mesmo modo que afeta as demais articulações. A osteoartrite (doença articular degenerativa), um tipo de artrite no qual a cartilagem articular sofre degeneração, é mais comum em idosos. A cartilagem das articulações temporomandibulares não é tão forte quanto a cartilagem de outras articulações. Como a osteoartrite ocorre principalmente quando o disco está ausente ou apresenta perfurações, o indivíduo sente uma sensação de atrito na articulação ao abrir ou fechar a boca. Quando a osteoartrite é grave, a parte superior do osso da mandíbula achata e o indivíduo não consegue abrir a sua boca completamente. Algumas vezes, a mandíbula também é desviada em direção ao lado afetado e o indivíduo pode ser incapaz de fazer com que ela retorne à posição correta. Mesmo sem tratamento, a maioria dos sintomas melhoram após alguns anos, provavelmente porque a faixa de tecido localizada atrás do disco torna-se cicatrizada e atua como o disco original.A artrite reumatóide afeta a articulação temporomandibular em apenas aproximadamente 17% dos indivíduos que a apresentam. Quando a artrite reumatóide é grave, especialmente em indivíduos jovens, a parte superior da mandíbula pode sofrer degeneração e diminuir de tamanho. Essa lesão pode acarretar um desalinhamento súbito de muitos ou de todos os dentes superiores e inferiores (má oclusão). Se a lesão for grave, a mandíbula pode fundir-se ao crânio (ancilose), limitando enormemente a capacidade de abrir a boca. Em geral, a artrite reumatóide afeta as duas articulações temporomandibulares de forma mais ou menos igual e isto é raro em outros tipos de distúrbios da articulação temporomandibular. A artrite de uma articulação temporomandibular também pode ser decorrente de uma lesão, em particular lesão que causa sangramento intra-articular. Essas lesões são razoavelmente comuns em crianças que recebem um golpe no lado do queixo.Tratamento: Os indivíduos com osteoartrite em uma articulação temporomandibular precisam repousar a mandíbula o máximo possível, devem utilizar uma placa ou um outro dispositivo para controlar a contratura muscular e devem tomar um analgésico para aliviar a dor. Geralmente, a dor desaparece em 6 meses com ou sem tratamento. O movimento mandibular costuma ser suficiente para as atividades normais, embora a mandíbula não abra tanto quanto de costume. A artrite reumatóide da articulação temporomandibular é tratada com os medicamentos usados para a artrite reumatóide de qualquer articulação. Eles incluem os analgésicos, os corticosteróides, o metotrexato e os compostos do ouro. A manutenção da mobilidade articular e a prevenção de ancilose (fusão da articulação) são particularmente importantes. Comumente, o melhor modo para se atingir esses objetivos é o exercício orientado por um fisioterapeuta. Para aliviar os sintomas, em particular a contratura muscular, o indivíduo deve usar um imobilizador especial à noite que não limite os movimentos mandibulares. Se a ancilose “congelar” a mandíbula, pode ser necessário submeter o indivíduo à cirurgia e, raramente, à colocação de uma prótese artificial para restaurar a mobilidade mandibular.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

• DOR E CONTRATURA MUSCULAR


A dor e a contratura muscular ao redor da mandíbula são devidas principalmente ao uso excessivo da musculatura, freqüentemente decorrentes de um estresse psicológico que faz com que o indivíduo aperte firmemente ou ranja os dentes (bruxismo). A maioria dos indivíduos consegue colocar as pontas dos dedos indicador, médio e anular verticalmente no espaço entre os dentes frontais superiores e inferiores sem forçar. Quando um indivíduo apresenta um problema relacionado à musculatura em torno da articulação temporomandibular, esse espaço geralmente é menor. Sintomas: Os indivíduos com dor muscular geralmente apresentam muito pouca dor na articulação em si. Em vez disso, eles sentem dor e contratura nas porções laterais da face ao acordar ou após períodos estressantes durante o dia. A dor e a contratura são decorrentes de espasmos musculares causados pelo apertar repetido dos músculos ou dos dentes e pelo ranger dos dentes. O apertar e o ranger dos dentes durante o sono exercem muito mais força do que o ranger de dentes no estado de vigília. Tratamento: Os indivíduos que percebem que apertam ou rangem os dentes podem tomar certas medidas para evitar esse hábito. Geralmente, a utilização de um protetor bucal constitui o tratamento principal. Uma placa plástica fina (protetor noturno) é confeccionada para a arcada dentária superior ou inferior (geralmente a superior), sendo ajustada para proporcionar uma mordida uniforme. A placa reduz o ranger de dentes diurno e noturno, permitindo que os músculos mandibulares repousem e se recuperem. Ela também pode evitar danos dos dentes que são submetidos a uma pressão excepcional devido ao ranger de dentes. O dentista pode prescrever fisioterapia, que pode consistir no tratamento com ultra-som, no biofeedback eletromiográfico, na aplicação de sprays e exercícios de alongamento ou massagem de fricção. A estimulação nervosa elétrica transcutânea também pode ser útil. O controle do estresse, algumas vezes em conjunto com o biofeedback eletromiográfico, freqüentemente produz melhorias significativas. O dentista também pode prescrever medicamentos. Por exemplo, ele pode prescrever um miorrelaxante (relaxante muscular) para diminuir a contração e a dor, particularmente enquanto o paciente aguarda a confecção da placa. No entanto, os medicamentos não curam, geralmente não são recomendáveis para os idosos e são prescritos somente durante um breve período, em torno de um mês ou menos. Os analgésicos, como os antiinflamatórios não-esteróides (p.ex., aspirina) também aliviam a dor. Os dentistas evitam prescrever narcóticos porque essas substâncias podem levar à dependência. Os indutores do sono são utilizados ocasionalmente para ajudar aqueles que apresentam problemas para conciliar o sono devido à dor.

• ABCESSO CEREBRAL


Um abcesso cerebral é uma coleção de pus localizada no cérebro. Os abcessos cerebrais não são comuns. Eles podem ser conseqüência da disseminação de uma infecção de uma outra área da cabeça (p.ex., de um dente, do nariz ou de um ouvido), de um ferimento craniano penetrante ou de uma infecção, transportada pelo sangue, de uma outra região.SintomasUm abcesso cerebral pode causar muitos sintomas diferentes, dependendo de sua localização, como: dor de cabeça, náusea, vômito, sonolência, convulsões, mudanças da personalidade e outros sinais de disfunção cerebral. Esses sintomas podem ocorrer ao longo de dias ou semanas. A princípio, a pessoa afetada pode ter febre e calafrios, mas os sintomas podem desaparecer quando o corpo se protege da infecção.DiagnósticoQuando o médico suspeita de um abcesso cerebral, o melhor exame geralmente é a tomografia computadorizada (TC) ou a ressonância magnética (RM). Apesar da TC ou da RM geralmente revelar o abcesso, na imagem obtida, a coleção de pus pode assemelhar-se a um tumor cerebral ou a um acidente vascular cerebral. Exames adicionais podem ser necessários para que o médico possa descartar a possibilidade de um tumor ou de um acidente vascular cerebral e para que ele possa determinar qual o organismo responsável pelo abcesso. Pode ser necessária a realização de um biópsia do abcesso (uma amostra é removida para ser submetida ao exame microscópico e para a realização da cultura).TratamentoO abcesso cerebral pode ser fatal, a menos que ele seja tratado com antibióticos. Os antibióticos mais comumente utilizados são a penicilina, o metronidazol, a nafcilina e as cefalosporinas (p.ex., ceftizoxima). Em geral, a antibioticoterapia durará de 4 a 6 semanas e será realizada uma TC ou uma RM em intervalos de 2 semanas. Se o antibiótico não curar a infecção, será necessário drenar o abcesso. Ocasionalmente, um abcesso cerebral causa aumento da pressão e edema cerebral. Essa condição é muito grave e pode lesar o cérebro de forma permanente e, por isso, os médicos a tratam de maneira agressiva, administrando corticosteróides e drogas, como o manitol, que reduzem o edema cerebral e a pressão.Causas das Meningites Crônicas e AssépticasCausas Infecciosas Doenças virais: Caxumba, poliomielite, coriomeningite linfocítica, herpes, varicela, encefalite eqüina oriental e ocidental, mononucleose infecciosa, AIDS e infecções por ecovírus, coxsackievírus ou citomegalovírus Causas pós-infecciosas (doenças virais que causam meningite através de uma reação imune após a doença principal ter sido curada: caxumba, rubéola (sarampo alemão), varicela (catapora) Infecções bacterianas: tuberculose, sífilis, leptospirose, micoplasmose, linfogranuloma venéreo, doença da arranhadura de gato, brucelose, doença de Whipple Outras infecções: riquetsiose, toxoplasmose, criptococose, triquinose, coccidioidomicose, cisticercose, malária, amebíase Causas Não Infecciosas Doenças que afetam o cérebro: tumores cerebrais, acidente vascular cerebral, esclerose múltipla, sarcoidose, leucemia Veneno: intoxicação por chumbo Reação às vacinas: Vacinas anti-rábica e da coqueluche Reações a substâncias injetadas na coluna vertebral: Medicamentos anticâncer (quimioterapia), antibióticos, contrastes (para radiografias) Medicamentos: Trimetoprim-sulfametoxazol, azatioprina, carbamazepina, antiinflamatórios não esteróides (ibuprofeno, naproxeno)

• DESLIZAMENTO EPIFISÁRIO DA CABEÇA DO FÊMUR

O deslizamento epifisário da cabeça do fêmur é uma luxação da epífise (extremidade superior) em crescimento do fêmur.Geralmente, este distúrbio ocorre em adolescentes com excesso de peso, mais comumente do sexo masculino. Embora a sua causa seja desconhecida, este distúrbio pode ser decorrente de uma placa de crescimento (a parte do osso onde ocorre o crescimento) espessada, a qual é afetada pelas concentrações do hormônio do crescimento e de estrogênio no sangue.O primeiro sintoma pode ser a rigidez do quadril, a qual melhora com o repouso. Posteriormente, o adolescente apresenta claudicação, acompanhada por dor no quadril que irradia para a face medial (interna) da coxa até o joelho. Geralmente, o membro inferior afetado é desviado para fora. A cabeça do fêmur pode deteriorar, provocando colapso da placa de crescimento. As radiografias do quadril afetado revelam um alargamento da placa de crescimento ou uma posição anormal da cabeça do fêmur.O diagnóstico precoce deste distúrbio é importante, pois o tratamento torna-se mais difícil à medida que o distúrbio evolui.A cirurgia corretiva pode ser necessária para recolocar a placa de crescimento em sua posição normal e fixá-la com pinos metálicos. O adolescente é imobilizado com um aparelho gessado por algumas semanas até dois meses.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

• ESQUELETO APENDICULAR E ESQUELETO AXIAL

ESQUELETO APENDICULAR:

é formado por ossos que ficam pendentes ao longo do tronco, ou seja, ossos dos membros superiorese inferiores. Compondo o esqueleto apendicular, temos ainda o esqueleto das cinturas, que são componentes osso que fixamos esqueletos apendicular superior e inferior ao esqueleto axial.
Cintura Escapular 4
Membros Superiores 60
Cintura Pélvica 2
Membros Inferiores 60

ESQUELETO AXIAL:


esta localizado nosentido longitudinal e mediano corpóreo. Écomposto por ossos do esqueleto cefálico, dotórax e da coluna vertebral
.Cabeça 29
Coluna vertebral e sacro 26
Tórax (costelas e esterno) 25

• APARELHO LOCOMOTOR





















• SISTEMA NERVOSO CENTRAL E PERIFÉRICO

CENTRAL:
Em anatomia, chama-se sistema nervoso central (S.N.C.), ou neuroeixo, ao conjunto do encéfalo e da medula espinhal dos vertebrados. Forma, junto com o sistema nervoso periférico, o sistema nervoso, e tem um papel fundamental no controle do corpo.

PERIFÉRICO:
O sistema nervoso periférico, às vezes chamado simplesmente de SNP, é a parte do sistema nervoso que se encontra fora do sistema nervoso central (SNC). É constituído basicamente pelos nervos cranianos , nervos raquidianos.
Diferentemente do sistema nervoso central, o sistema nervoso periférico não se encontra protegido pela barreira hematoencefálica.
É graças a este sistema que o cérebro e a medula espinhal recebem e enviam as informações permitindo-nos reagir às diferentes situações que têm origem no meio externo ou interno.
O sistema nervoso periférico pode ser dividido em duas classes diferentes dependendo da origem ou terminação dos terminais nervosos que o constituem. Se os nervos começarem, ou acabarem, no encéfalo, temos aí os 'pares nervosos cranianos', mas se estes começarem na medula espinhal estamos perante 'pares nervosos raquidianos'.




• LARINGE


A laringe é um tubo sustentado por peças de cartilagem articuladas. É uma câmara oca onde a voz é produzida. Encontra-se na parte superior da traquéia, em continuação à faringe. O pomo-de-adão, que aparece como uma saliência na parte anterior do pescoço, logo abaixo do queixo, é uma das peças cartilaginosas da laringe. A entrada da laringe é chamada glote. Acima dela existe uma espécie de "lingüeta" de cartilagem, denominada epiglote, que funciona como uma válvula.
Quando engolimos, a laringe sobe, e sua entrada é fechada pela epiglote de modo a impedir que o alimento engolido penetre nas vias respiratórias. A laringe é unida por meio de ligamentos ao osso hióide, situado na base da língua.
O revestimento interno da laringe apresenta pregas, denominadas cordas vocais. A laringe tem um par de cordas vocais, formadas por tecido conjuntivo elástico, coberto por pregas de membrana mucosa. A vibração que o ar procedente dos pulmões provoca neste par de cordas a formação de sons, amplificados pela natureza ressonante da laringe. Os sons produzidos na laringe são modificados pela ação da faringe, da boca, da língua e do nariz, o que nos permite articular palavras e diversos outros sons

• FARINGE




A faringe é porção da anatomia que conecta o nariz e a boca, à laringe e ao esôfago. É um canal comum ao aparelho digestivo e ao aparelho respiratório. De modo geral entre os mamíferos a faringe é ponto de encontro entre estes dois aparelhos.

A sua comunicação com a laringe está protegida por uma lâmina chamada epiglote, que atua como uma válvula: durante a inspiração, o ar passa das fossas nasais para a laringe, fazendo com que a epiglote se mova de forma a obstruir a entrada do esófago, conduzindo o ar para o canal correcto (traquéia).

Na faringe ocorre o fenômeno da deglutição, em que a epiglote fecha a laringe (impedindo que alimentos cheguem à traquéia). Em seguida o alimento desce para o esófago.


A faringe humana é divida em nasofaringe, localizada posteriormente à cavidade nasal; orofaringe, posterior à cavidade oral. A parte inferior da faringe, onde esta comunica com o esôfago, chama-se laringofaringe ou hipofaringe

terça-feira, 10 de novembro de 2009

• TIPOS DE TECIDOS

TECIDOS MUSCULARES

Os tecidos musculares são formados por células alongadas , as fibras musculares , que possuem grande quantidade de filamentos citoplasmáticos . Esses tecidos formam os músculos , que são os responsáveis pelo movimento que ocorrem no corpo , desde a locomoção até os movimentos dos musculos internos próprios do funcionamento de cada órgão . Os movimentos dos músculos são realizados pela contração dos filamentos que constituem as fibras musculares .

Podemos dintinguir no ser humano e nos demais mamíferos três tipos de tecido muscular : estriado esquelético , não - estriado e estriado cardíaco .


• estriado esquelético : é formado por feixes de fibras longas , com vários núcleos , com estrias transversais . Contrai rapidamente e a maioria pode ser comandado pela nossa vontade . Formam os músculos que se prendem ao esqueleto, responsáveis pela locomoção e por outros movimentos do corpo.


• não - estriado (liso): é formado por fibras com apenas um núcleo e sem estrias transversais . Contrai lentamente e não é comandado por nossa vontade . Ocorre , por exemplo , no estômago , nos intestinos e nas artérias ,


• estriado cardíaco : suas fibras são ramificadas , com um ou dois núcleos e possuem estrias transversais . Constitui o músculo do coração (miocárdio)



TECIDO ÓSSEO


O tecido ósseo é um tecido conjuntivo de consistência bem mais rígida do que a do cartilaginoso e é o pricipal constituinte do esqueleto humano , formando numerosos ossos , que revestem e protegem diversas estruturas do corpo . Entre os órgãos vitais protegidos pelo esqueleto ósseo , podemos citar :


• coração e pulmões , protegidos pela caixa torácica ;

• cérebro , protegido pela caixa craniana ;

• medula espinhal , protegida pela coluna vertebral .



TECIDOS GLANDULARES

são formados desde o período embrionário por células especializadas na síntese de secreções. Conforme essas células se multiplicam, vão se incrustando no tecido conjuntivo. Contudo, além das glândulas multicelulares, por exemplo, o pâncreas e as gônadas, existem glândulas unicelulares, como as células caliciformes, entre meio ao epitélio de revestimento da traquéia.


As glândulas formadas por agrupamentos celulares podem ser classificadas em três tipos segundo o mecanismo pelo qual liberam suas secreções, sendo: - Exócrinas → órgãos cujos produtos são secretados por meio de um sistema de canais que se abrem em cavidades internas ou na superfície externa corporal. Exemplos de glândulas exócrinas: salivares, sebáceas, sudoríparas, mamárias e lacrimais. Nesse tipo as substâncias são bem variadas, distinguindo-se respectivamente em: enzimas (amilases salivar / ptialina); secreções oleosas à base de lipídios; as que produzem o suor, contendo água e sais; secreção de leite durante a lactação; e o líquido lacrimal, constituído proporcionalmente por água, sais, proteínas e gorduras. - Endócrinas → quando os seus produtos são lançados na corrente sanguínea sem intermediação de canais, sendo dispersos através do sangue para todo o organismo. Exemplo de glândulas endócrinas: hipófise, tireóide, paratireóide, supra-renais, secretando principalmente hormônios (folículo estimulante, luteinizante, somatropina, prolactina, tiroxina, triiodotironina, paratormônio, adrenalina, andrógenos, e outros). - Mistas (anfícrinas) → essas glândulas desempenham tanto função endócrina quanto exócrina, liberando suas secreções no sangue ou em cavidades. Exemplo de glândulas mistas: o testículo e o ovário. Essas glândulas sexuais produzem respectivamente os hormônios testosterona e a progesterona, além de espermatozóides e óvulos. Outro exemplo é o fígado, produzindo e secretando proteínas e a bile.

sábado, 7 de novembro de 2009

• ESÔFAGO


O que é

O esôfago é um órgão condutor muscular, localizado entre o extremo inferior da laringo-faringe e o superior do estômago, que faz parte do aparelho digestório unindo a faringe ao estômago.
Função
Sua principal função é levar os alimentos até o estômago.

Histologia

O esôfago é oco e formado por três camadas: mucosa, submucosa e muscular.
A camada mucosa apresenta tecido conjuntivo, vasos sanguíneos e glândulas mucosas. A camada submucosa contém pequenas glândulas que lançam suas secreções em direção ao esôfago, estas secreções atuam contra agentes infecciosos do meio externo. A camada muscular se divide em externa e interna.

Movimentos peristálticos
Os alimentos são conduzidos ao estômago através de movimentos peristálticos (movimentos involuntários), que fazem com que o bolo alimentar chegue até o estômago.
Doenças do esôfago
- As doenças mais comuns que acometem este órgão são: câncer de esôfago (causado principalmente pelo tabagismo e alcoolismo) e o refluxo gastroesofágico (quando os sucos gástricos atingem o esôfago).

• LIPÓLISE E LIPOGÊNESE

Lipogênese

Quando ingerimos carboidratos, estes são transformados em glicose, e esta, entra na corrente sanguínea. Quando a concentração de glicose depositada no sangue ultrapassa o seu limite máximo, seu excesso é removido pelo fígado, e este, o armazena em seu interior sob a forma de glicogênio.Diante disso, é correto afirmar que ao ingerirmos glicose, conseqüentemente aumentaremos a concentração de glicogênio dentro do fígado.Por sua vez, quando em excesso, o glicogênio é quebrado pelo fígado tendo seu excedente eliminado no sangue e, conseqüentemente, a concentração de ácidos graxos na corrente sanguínea será aumentada.O excesso de ácidos graxos no sangue é removido pela pele, e esta, o armazenará dentro de células conhecidas como adipócitos (células armazenadoras de gordura). Este armazenamento ocorrerá sob a forma de gordura.

Lipólise

A lipólise é exatamente o processo contrário da lipogênese. Quando o sangue está com concentração de glicose abaixo do normal, ele recebe glicose do fígado resultante da quebra do glicogênio.O fígado, por sua vez, para manter seu nível de glicogênio estável, retira ácidos graxos do sangue, transformando-os em glicogênio.Quando o sangue, que teve os ácidos graxos removidos pelo fígado, chega até a pele, esta, quebra a gordura armazenada em seus adipócitos e a introduz no sangue sob a forma de ácidos graxos.Os fatores que influenciam a lipólise e a lipogênese são: ingestão calórica, gasto energético, hormonal, psicológicos, sócio-familiares e hereditário.

Curiosidade:
Pessoas portadoras de hipoglicemia não conseguem fazer a lipólise, pois este é um distúrbio que a inibe.

• CEREBELO


Introdução
Esta parte do cérebro localiza-se na parte anterior a medula ablongata, sendo responsável pela coordenação postural tanto durante o estado de descanso quanto em atividade.
Conhecendo o cerebelo
Também é responsável pelos reflexos e movimentos voluntários, age ainda, no sistema muscular sendo responsável pelo tônus muscular. De forma geral, pode-se entender que o cerebelo é a região do cérebro que capta os impulsos sensitivos das articulações, tendões, músculos, além de receptores do equilíbrio e visuais.
Embora sua massa ocupe apenas 10% de volume do encéfalo, o cerebelo é responsável por funções extremamente importantes em nosso corpo, como, por exemplo, coordenar as complexas seqüências dos músculos esqueléticos.Sem ele seria impossível desempenhar todas as atividades motoras que requerem habilidade, desde apanhar um objeto qualquer, até realizar uma atividade física que requeira um pouco mais de coordenação motora, como a dança, por exemplo.
Curiosidade:
A lesão do cerebelo é conhecida como ataxia. O consumo excessivo de álcool, ou alcoolismo, tende a levar seus “dependentes” a apresentarem sinais de ataxia, tais como: alteração na fala, que ocorre pela falta de coordenação nos músculos da fala, e ainda, em movimentos cambaleantes, devido à falta de coordenação motora.

• DIAFRAGMA


O que é

O diafragma é um músculo estriado esquelético extenso que separa a cavidade torácica da abdominal. Ele é muito importante no processo de respiração dos seres humanos. O diafragma é encontrado em todos os mamíferos e também em algumas espécies de aves.

Diafragma humano
Nos seres humanos, o diafragma localiza-se junto às vértebras lombares, as costelas inferiores e ao esterno. Conta com três aberturas principais que possibilitam a passagem do esôfago, nervos, artéria aorta, vasos do sistema linfático e vasos do tórax.
Nos seres humanos, este músculo possui aspecto rugoso e está voltado para cima, sendo que sua parte anterior está mais elevada que a posterior.

Características e funções

Quando em estado de relaxamento, o diafragma possui formato de abóbada. Durante a inspiração, este músculo se contrai e ao distender-se aumenta a capacidade do tórax. Neste processo. o ar tende a entrar nos pulmões para compensar o vazio gerado. No momento em que este músculo entra em relaxamento, o ar acumulado é expulso.
Outra importante característica do diafragma é sua ajuda no processo de digestão dos alimentos. Ao contrair-se, o diafragma faz pressão sobre o abdômen. Os movimentos do diafragma também são importantes para: tosse, espirro, parto e no processo de defecação.

Curiosidade

- O tão comum e incômodo soluço é provocado por espasmos involuntários do diafragma.